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IFPE lança Política de Segurança da Informação

Documento aprovado pelo Consup estabelece novos mecanismos para garantir a proteção dos dados
por publicado: 23/08/2017 14h52 última modificação: 23/08/2017 16h00

Com o objetivo de atender às normas federais, expressas no Decreto Presidencial nº 3.505/2000 e no Marco Civil da Internet, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE) lançou a Política de Segurança da Informação e Comunicação (PoSIC). O documento, aprovado pelo Conselho Superior (Consup) e elaborado por uma comissão especial formada por profissionais de diversos setores da instituição, visa estabelecer mecanismos de controles para garantir a proteção dos dados e informações produzidas no âmbito do IFPE.

=> Confira a Política de Segurança da Informação e Comunicação do IFPE

 Na PoSIC, são definidos princípios gerais relativos à segurança da informação, entendida como todo conjunto de dados processados nos mais diversos canais, como sistemas de informação, diretórios de rede, dispositivos eletrônicos, equipamentos portáteis, etc. De acordo com o Diretor de Avaliação e Desenvolvimento da Tecnologia, Marco Eugênio, a evolução das novas tecnologias e o aumento exponencial do tráfego de informação via internet exigiram que tanto órgãos públicos como empresas adotassem novas estratégias no tratamento dos dados.

 “A informação tem um valor intangível e se constitui num dos principais ativos tanto para as empresas privadas como para as instituições públicas. Ao mesmo tempo em que o desenvolvimento da tecnologia trouxe muitas facilidades também demandou uma ampliação dos esforços para garantir a segurança dessas informações, tanto do ponto de vista institucional como também do usuário”, afirmou.

 Seguindo o exemplo de outros órgãos federais, a Política de Segurança da Informação e Comunicação do IFPE delimita as diretrizes que visam atender a três princípios básicos. O primeiro deles é o da integridade, que está relacionado á garantia de que as informações não sejam submetidas a modificações indevidas. O segundo é o da disponibilidade, relativo à perspectiva de assegurar que todas as informações estejam disponíveis e acessíveis a todo o público autorizado. E, por fim, o princípio da confidencialidade, que busca assegurar que as informações de caráter restrito sejam acessadas apenas por pessoas autorizadas.

 Para que esses princípios sejam devidamente atendidos na rotina da instituição, a PoSIC será desdobrada numa série de normas complementares, que irão regulamentar diretamente o tratamento da informação nos diversos âmbitos institucionais e entre seus variados públicos. Assim, estão sendo elaborados regulamentos relativos ao uso de senhas e contas de acesso, utilização de recursos computacionais, acesso remoto, uso de criptografia, acesso à correio eletrônico, entre outras normas.

 “Nossa política é um imenso guarda-chuva, onde são estabelecidos os princípios mais gerais sobre o posicionamento institucional no tratamento das informações. As normas complementares, que virão a seguir, é que vão abordar, de forma mais direta os procedimentos e condutas que deverão ser adotadas por todos os tipos de usuários. As novas regulamentações exigirão a incorporação de novas práticas por todos aqueles que fazem a Instituição, sejam estudantes ou servidores ”, explica Marco Eugênio.