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Dupla do Campus é vice-campeã brasileira de xadrez

Estudantes enfrentaram 12 adversários na disputa dos Jogos dos Institutos Federais
por publicado: 17/10/2019 14h52 última modificação: 17/10/2019 14h52

Com o bom retrospecto da Instituição na modalidade, a equipe de xadrez do IFPE é a segunda colocada na disputa dos Jogos dos Institutos Federais (JIF). A competição aconteceu de 8 a 10 de de outubro, em Guarapari (Espírito Santo). O time, coordenado pelo técnico Kenio de Sales Menezes, é formado pelos estudantes Pedro Fernandes e Victor Melo, do curso de Eletrotécnica do Campus Recife, além de Luiz Magalhães e Allan Rocha, do Campus Pesqueira.

Após a preparação durante todo o ano, a equipe de xadrez do Campus representou Pernambuco nos Jogos dos Institutos Federais (JIF), motivo de orgulho e de dever cumprido pelo alto nível que a competição exige. A equipe campeã foi a do estado do Espírito Santo, surpresa do torneio.

O atleta Luiz Magalhães que disputou pela última vez a competição, fala da emoção do vice-campeonato. “Faltam palavras para agradecer tudo que o xadrez no IF me proporcionou. Foi incrível, uma experiência ímpar.”

Pernambuco sempre foi um dos favoritos na disputa da modalidade. Tanto que nos últimos quatro anos, chegou três vezes ao pódio, sendo que em 2016 não participou da competição. O feito é enfatizado por Kenio: “Pernambuco, quando disputa o ‘Brasileiro’, é sempre um dos favoritos e a própria organização admite que o estado tem essa força. Pois já fomos campeões em 2015 e 2017”.

Victor Melo que pelo primeiro ano disputou a competição espera confiante no prosseguimento do trabalho que vem sendo feito. “Que a nossa equipe continue vencendo, para que a gente possa seguir representando Pernambuco no Nacional e mostrando o nosso melhor,” espera.

Apesar do bom retrospecto e de todo o suporte dado pela direção do Campus, o coordenador técnico Kenio Menezes teme pelas restrições orçamentárias que afetam a preparação dos atletas e a manutenção das boas campanhas. “Se não tivermos verbas para disputar torneios preparatórios, não vamos conseguir montar equipes capazes de se manter entre as grandes. Isso é uma questão que está nos preocupando muito”, explica Kenio.